


| O verdadeiro fim dos tempos de ensino médio. | Fevereiro 07, 2010 # |
E crescemos. As lágrimas que não param de cair refletem a falência do espírito amigável, a perda da convivência (por vezes, insuportável) e o fim do fim (aquele que a gente tanto almejou e agora não entendemos como viver sem reclamar dele). E, se deparando com a nossa idade, cada um tem a fome voraz e a angustia de conseguir logo o que quer (às vezes, sem mesmo saber o que quer). Logo nós, tão jovens e com resquícios de imaturidade. De um lado crianças que não conseguem acompanhar a mudança dos outros, de outro pessoas mudando com o egoísmo infantil de uma criança que acabou de ganhar um brinquedo... mentes em diferentes extremos, a falta de compreensão e a individualidade ignorante, com as características de subserviência à sociedade. Logo nós, que criticávamos tanto isso. Alguns que querem mudar o mundo, mudar as pessoas, mudar os amigos, mas nem se permitem mudar. Revolucionários com os outros mas "auto-conservadores". Ex-revolucionários que nem arrumaram um jeito de revolucionar algo, nem tiveram tempo de se frustrar, plantando a falta de esperança nos amigos. Somos uma juventude dotada de incertezas e dúvidas, altos e baixos. Maioria de nós perdidos como três anos atrás. Por fim, parece que ainda somos iguais, por mais que tenha havido esforços para avançarmos. Julgamos e não perdoamos. Somos autoritários com as tristezas e com as fraquezas dos outros. Etimologicamente, crescer é aumentar estatura ou altura, desenvolver-se. Será que o significado de ter passado do portão escrito em letras verdes o nome do nosso colégio tem é meramente figurado? Será que minha visão de "crescer" está deturpada? Crescemos só para termos metas concretas e materializadas? Crescer para mim era permitir mudanças. Era se sacrificar pelo que o que é certo. Era entender o outro. Mas parece que "crescer" tem um significado totalmente superficial. Crescemos para apenas aumentar nossa "estatura" numa escala hierarquizadora? Ou é nos permitirmos desenvoltura? Por mais que almejássemos sair da prisão verde, ainda temos o espírito de lá. E, talvez, por isso que eu chore até hoje. Nos falta mediação e motivos para sermos infantis. Não crescemos. Mas temos. Marcadores: paperback writer |
Era uma vez Com seu primeiro post em outubro, em meio confusões de eleições para prefeitura do Rio e americanas,
o nome foi escolhido para sacanear satirizar o país das bananas.
...A verdade mesmo é que eu gosto de banana, prontofalei! E vermelha, bem o CCC, tá por aí?
(A ambiguidade é o objetivo principal do nome. Apesar da explicação, entenda como quiser. Aqui prevalece seu ângulo. Kubrick lifestyle! E aqui é melhor visualizado com Firefox. Sério mesmo.)
Mushroom Therapy, por Daniel.
Hospício das Loiras, por Fernanda.
Guitarra Ácida, por Gabriel T.
And Burning, por Luís.
Scarecrow World, por Luís A.
Turn off your eyes, por Luiza T.
Escritores que não escrevem, por Luiza R.
Flowering Flower, por Nine.
Esmalte Vermelho Piranha, por Roberta.
Notas Libertinas, por Tamires.
Desconecte-se, por Vinícius.
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geografia serve, antes de tudo, para fazer guerra.
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Nasci às seis e quarenta e seis, do dia oito de junho, ou seja, isso me faz uma geminiana e com todos aqueles problemas de identidade que um bom nascido na terceiro signo de zodíaco tem.
Ou seja, uns frescos. A maternidade se localizava no Rio de Janeiro, o que faz de mim uma carioca. Papai disse que jogou na parede, eu não lati nem miei. Eu chorei, e continuo chorando
com tudo até hoje (noticiários, clipes, livros, notas... notas... notas...)
Minhas metas são entrar na faculdade, tirar mais fotos, mudar o mundo e abrir um centro de apoio aos viciados em geografia. Precisa de apoio?
Você pode me encontrar no orkut ou ser membro de uma rede social onde
cantamos "Imagine" e acreditamos SIM que o Jim Morrison é um xamã: aqui.
Não sou muita coisa e ninguém me vê devido minha magreza. Minha câmera e minha mochila chamam mais atenção do que eu.
"Cala a boca, Bárbara!" - Chico Buarque
"Cala a boca, Bárbara!" - Fernanda Assis
"Ô, BÁRBARA! Não maltrate meu amigo!" - Los Hermanos
"You got me rockin' and a-rollin', Rockin' and a-reelin'" - Beach Boys
"Você só tem cinco amigas no canto da sala e ninguém te escuta!" - Ingrid Amorim
"Você só tem cinco amigas no canto da sala e ninguém te escuta!" - Meus amigos
"BARBARELLA" - Pedro Miguel
"A Bárbara é propriedade exclusiva minha!" - Dinaldo
"Você, com essa cara de santinha, né, Dona Bárbara" - Carlão
"Daqui alguns anos, eu vou falar com orgulho que fui professora da Bárbara - Lucia Deborah chorei
"Poser." - Tatyana
"Meu orgulhinho!" - Thaís
"MACHADÃO" - Bia.